Aprender a olhar para si mesma com respeito.
Autoimagem é a forma como você se vê — não apenas fisicamente, mas como pessoa. Na adolescência, essa imagem pode mudar muito, especialmente quando o corpo está se transformando. Muitas meninas sentem insatisfação com a aparência nessa fase.
O corpo muda rapidamente, e a adolescente pode não se reconhecer. Ela compara seu corpo com o de amigas, de influenciadoras e de padrões que muitas vezes são irreais. Isso pode gerar insegurança, vergonha e até distúrbios alimentares.
O corpo está mudando mais rápido do que a mente consegue acompanhar. Somado a isso, a pressão estética da sociedade e das redes sociais cria padrões impossíveis que ninguém alcança de verdade.
As imagens que você vê nas redes sociais quase nunca são reais. Filtros, ângulos, edição e até cirurgias criam uma aparência que não existe na vida real. Comparar seu corpo de verdade com uma imagem editada é como comparar uma fruta real com uma de plástico.
Falar mal do próprio corpo é um hábito que pode ser mudado. Em vez de focar no que não gosta, tente reconhecer o que seu corpo faz por você: ele te leva para os lugares, te permite abraçar quem você ama, te permite aprender. Ele merece cuidado, não crítica.
A autoimagem na adolescência é frágil e pode ser muito afetada por comentários familiares.
Sua filha pode estar insatisfeita com o próprio corpo. Pode querer fazer dieta, recusar roupas ou evitar situações sociais.
Dica: NUNCA critique o corpo da sua filha. Nem em tom de brincadeira. Comentários como 'está engordando' ou 'essa roupa marca demais' podem causar danos profundos. Em vez disso: 'Você está linda. E o mais importante: você é muito mais do que aparência.'
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